Confirmado!
Amanhã, a realização do Concurso do Senac. Candidatos devem estar atentos ao horário das provas.
Boa sorte a todos.
sábado, 6 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
CULTURA EM ALTA
Sérgio Souto comemora 30 anos de carreira com show em Macapá
O compositor e cantor acreano Sérgio Souto continua as comemorações pelos seus 30 anos de carreira, desta vez em Macapá, com o show “Souto no Mundo”,.
O artista é um dos grandes nomes da Amazônia que são reconhecidos nacionalmente e que fez parcerias que renderam obras bem avaliadas pelo público e crítica.
No Amapá, Sérgio já se apresentou diversas vezes e tem parcerias com o poeta Joãozinho Gomes e Enrico Di Miceli . Desta vez ele retorna com este show comemorativo na Casa de Choro Ceará da Cuíca com a participação de Oneide Bastos, Enrico Di Miceli, Ana Martel, Nivito Guedes e Patrícia Bastos.
No show, Sérgio Souto viaja em sua história musical e relembra sua trajetória onde compôs com artistas como Aldir Blanc, Jorge Vercilo, Paulo César Pinheiro entre outros. Típico participante de festivais de músicas, ele deixou o Acre e investiu em sua carreira nacional. Inovador, Sérgio Souto consegue unir o cotidiano amazônico com todos os seus encantos, ao ritmo acelerado das grandes capitais.
Preparando seu 11º CD, Sérgio teve suas composições gravadas na voz de Jessé, Nelson Gonçalves, Elba Ramalho,Nilson Chaves, Eliana Printes, Lucinha Bastos e outros cantores. As comemorações pelos anos de carreira de Sérgio está levando o show para toda a Amazônia, onde ele divide o palco com artistas consagrados de cada cidade. “Souto no Mundo” é considerado um grande ensaio para a gravação de seus primeiro DVD que será produzido no próximo ano com a participação de grandes nomes da Amazônia e a orquestra sinfônica do Acre.
DILMA - TÁ NEM AÍ PRO AMAPÁ
A recém eleita presidente da República Dilma do Chefe, não está nem ai pro Estado do Amapá. Inocentes aqueles que votaram nela achando que iria mudar alguma coisa. Até o momento, nem uma menção ao Estado foi dada. Ou seja, estamos esquecidos pelo pode público federal.
"Quem mandou votar no homem..." já dizia Alipio Martins.
Não quero ser pessimista, mas sim realista. A partir do ano que vem, tem mais por aí.
"Quem mandou votar no homem..." já dizia Alipio Martins.
Não quero ser pessimista, mas sim realista. A partir do ano que vem, tem mais por aí.
DEMISSÃO EM MASSA
3.500
Este é número de servidores contratados administrativamente pelo Governo do Estado. A demissão causa um choque na economia do Estado neste final de ano.O governo atende à uma recomendação do MP, mas covenhamos, uma atitude dessa vai causar sérios transtornos na comunidade.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
O que representa a vitória de Camilo Capiberibe ao governo do Amapá
A vitória de Camilo Capiberibe ao governo do Amapá tem uma dimensão política com efeito sobre toda a Amazônia. Desenvolvo a seguir algumas considerações sobre esse significado:
1. Sua eleição reconstrói a perspectiva geopolítica de uma Amazônia com dois projetos governamentais de esquerda, ambos com grande compromisso com a sustentabilidade ambiental e social: Acre e Amapá, o primeiro com o PT e o segundo com o PSB. Os dois estados têm, aproximadamente, o mesmo tamanho e população. Iniciaram juntos a mesma caminhada, mas o Amapá interrompeu a sua por oito anos, durante os dois mandatos de Waldez Góes. Um período que resultou num colapso escandaloso de corrupção e que, dessa forma, mostra o equívoco do caminho tomado. Porém, o Acre atual tem dado sinais de cansaço desse processo. A votação, superior para Serra do que para Dilma e a eleição apertada de Tião Viana (PT) poderão posicionar o Amapá na linha de frente da esquerda na Amazônia.
2. Em relação aos dois grandes estados amazônicos, Pará e Amazonas, as expectativas são de polarização política com o Amapá. Os dois grandes serão governados por partidos sem compromisso maior com a sustentabilidade ambiental e social. Ainda que Omar Aziz, novo governador do Amazonas, pertença à base aliada do governo Dilma, seu papel como liderança regional é extremamente vulnerável, sobretudo diante do peso do ex-governador, Eduardo Braga, agora no Senado. Por outro lado, o retorno de Simão Jatene ao governo do Pará poderá representar o retorno de uma política de licenciamentos ambientais movida por interesses partidários.
3. Camilo representa um grupo de oposição irredutível e histórica. Esse grupo derrota um projeto fisiológico de poder representado pelo senador Sarney e por seus braços amapaenses, alguns dos quais muito próximos, como o senador não-reeleito Gilvan Borges e o candidato derrotado ao governo, Lucas Barreto; e outros menos próximos, como o ex-governador e candidato também derrotado ao Senado, Waldez Góes, o governador atual Pedro Paulo e o candidato derrotado ao governo, Jorge Amanajás. Em eleições anteriores todos eles estiveram juntos e a única oposição consistente foi o PSB dos Capiberibe, devendo também ser considerado que mesmo o PT, agora coligado ao PSB, fez parte do governo Waldez.
4. Camilo é uma liderança nova, mas é bem preparado. Tem inteligência política, pessoal e emocional. Essa condição, associada a um cenário que projeta o PSB como o partido da base de apoio ao governo Dilma com o maior número de governadores, permite que Camilo postule uma projeção de liderança na cena amazônica.
5. Camilo pertence ao partido de Eduardo Campos, o governo reeleito de Pernambuco numa vitória esmagadora e que deu a Dilma uma vitória retumbante em seu estado: 76 a 24% de Serra. Estrela em ascensão na política nacional, Campos tem algo em comum com Camilo: um projeto de desenvolvimento que tem na estrutura portuária uma de suas peças fundamentais. O projeto de recuperação do porto de Santana, no Amapá, é um dos carros-chefe do programa de governo de Camilo e decorre de lições aprendidas com o projeto de valorização do porto de Suape, em Pernambuco, uma ação central da gestão Campos. Aliás, Eduardo Campos visitou Camilo no segundo turno e com ele discutiu longamente seu projeto portuário.
6. A vitória de Camilo desmoraliza um projeto também fisiológico vindo do PSOL, e nisso confronta esse partido, pela primeira vez, seriamente, com suas contradições internas. Refiro-me ao senador eleito pelo PSOL do Amapá, Randolfe Rodrigues. Sua participação intensa na campanha do candidato do PTB, também apoiado por José Sarney, juntamente com suas declarações contraditórias, foram amplamente criticadas por outros diretórios estaduais, bem como por expoentes do PSOL em todo o país. Essa posição do senador eleito gera não apenas desconforto, mas um efeito simbólico grave para o PSOL, que, mais cedo ou mais tarde, deverá ser chamado a responder por isso.
artigo publicado na Agência Carta Maior
ARTIGO - Agência Carta Maior - O final do 2º exílio do Capi
O final do segundo exílio do Capí
Em 2002, o então senador pelo Amapá, João Capiberibe, teve seu mandato cassado sob a acusação estapafúrdia de comprar dois votos por 32 reais, pagos em duas vezes. Seguiram-se oito anos de degredo político, tal como um novo exílio. Agora, o voto popular reconduz Capiberibe ao Senado e seu filho, Camilo, ao governo do Amapá. Suas eleições reconstróem a perspectiva geopolítica de uma Amazônia com dois projetos governamentais de esquerda, ambos com grande compromisso com a sustentabilidade ambiental e social: Acre e Amapá, o primeiro com o PT e o segundo com o PSB.
Fábio Fonseca de Castro
Há alguns anos, em 2002, fazendo meu doutoramento, eu participava de um seminário que, nas dependências do Colégio Internacional de Filosofia, em Paris, discutia o futuro da Amazônia. Uma das estrelas do evento era o então senador pelo Amapá, João Capiberibe. Em determinado momento, justamente durante sua intervenção, observamos alguém subir ao palco e interrompê-lo. O fato grave o senador Capiberibe informou à platéia: vinha de ter seu mandato senatorial cassado. Riu-se, disse que iria recorrer e fez uma piada ou duas sobre o assunto. Se não me engano, algo como:
“Viram? Não posso nem sair do Brasil, que eles fazem isso!”. Retornou logo à sua explanação e a platéia, um tanto estupefata, deve ter imaginado que a política, na Amazônia, emparelhava ao realismo fantástico mais radical. Recordo a indignação da ilustre geógrafa Bertha Becker, sentada bem à minha frente e que passou o resto da conferência indagando à sua vizinha de assento, aos cochichos, sobre o absurdo da situação.
Capí já era um mito. Ou algo próximo. Um sujeito com fama de incorruptível e de irredutível. Com fama de cabeça dura. Ex-prefeito de Macapá e ex-governador do Amapá, primeiro governante amazônida realmente comprometido com a transparêmncia das contas públicas, sustentabilidade ambiental, primeiro governante amazônida realmente socialista. O seu PDSA: Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá, elaborado em 1995, era uma ação pública consistente, impactando na formação de cadeias produtivas ambientais e garantindo a preservação de 98% da paisagem natural do seu estado.
O que nem o senador e nem a platéia ali presentes sabiam é que Capí teria seu mandato, de fato, cassado. Sob a acusação, mentirosa e estapafúrdia, de comprar dois votos, por 32 reais e, ainda assim, pagos de duas vezes...
Nem ele e nem mais ninguém, ali presentes, poderiam imaginar que se seguiriam oito anos de degredo político, tal como um novo exílio, igual ao que o levou, durante a ditadura militar, a um périplo pela Bolívia, Chile, Canadá e Moçambique.
Quanto a mim, não poderia imaginar que as voltas que o mundo dá me colocariam, novamente, ao lado do senador, no exato e simbólico momento em que o TRE derrubou o pedido de rejeição de sua candidatura ao Senado Federal, demandada com base da lei da Ficha Limpa pelo fato de ter sido cassado em 2002 e, com esse gesto, criou as condições para a sua eleição e para o seu retorno à grande cena política.
Era uma noite de quarta-feira. Estávamos na sua casa, com computadores pessoais e telefones sempre em alerta. Éramos cinco pessoas: Capí, o advogado Bermerguy, sua filha Luciana Capiberibe, o marqueteiro Walter Júnior e eu. Eu estava ali com a missão de ajudar na construção da estratégia política de sua candidatura, bem como na de seu filho, Camilo Capiberibe, candidato ao governo do estado.
Os votos dos magistrados iam sendo pronunciados com a lentidão habitual e iam ecoando na Internet e pelos telefonemas. Com o terceiro voto favorável veio a confirmação da vitória. Capí comemorou contidamente o resultado. O mesmo gesto que vi repetir tantas vezes ao longo da campanha que, então, apenas começava: o fechamento do punho e uma ligeira vibração do antebraço e a mesma palavra que tantas vezes repetiu ao longo da campanha: Vencemos!
Com Capí não há lugar para verbos individualizados: “Vencemos!”, e nunca “venci”. Os telefonemas, então, começaram a se multiplicar. Todos os celulares e telefones fixos da casa começaram a soar, seguidamente. Muitos desejavam cumprimentar o senador pela vitória. Logo, em sobrecarga, todas as conexões à internet caíram. Um processo político novo iniciava no Amapá. Era como se o retorno de Capiberibe, temido por seus muitos adversários, sobrecarregasse as tensões presumíveis, os acordos feitos e as demais candidaturas colocadas.
A certo momento, a filha Luciana estendeu seu telefone para Capí: “É a Janete”. Capí atendeu a esposa, que acompanhava de Brasília a votação. Ao mesmo tempo, do lado de fora da casa, passava um carro buzinando como um louco. Possivelmente um anônimo, prestando sua homenagem ao senador. Nesse momento recordei do que me tinham dito, dias antes, quando cheguei ao Amapá para ajudar na campanha de Capí e na de Camilo Capiberibe, seu filho, para o governo: não precisa dar endereço, basta dizer ao motorista do táxi para levá-lo até a casa do Capí... O senador não perdia sua condição de mito.
Capí retirou-se por alguns minutos para tomar um banho, antes de seguirmos todos para a sede do PSB, para onde a militância começava a rumar. Muita gente, nas ruas, tomava o mesmo caminho. A certo momento Capí desligou seu telefone e permaneceu em silêncio. O olhar contemplando o futuro mais do que o presente. Um retorno, uma volta, um recomeço. Acabava ali seu segundo exílio.
“Viram? Não posso nem sair do Brasil, que eles fazem isso!”. Retornou logo à sua explanação e a platéia, um tanto estupefata, deve ter imaginado que a política, na Amazônia, emparelhava ao realismo fantástico mais radical. Recordo a indignação da ilustre geógrafa Bertha Becker, sentada bem à minha frente e que passou o resto da conferência indagando à sua vizinha de assento, aos cochichos, sobre o absurdo da situação.
Capí já era um mito. Ou algo próximo. Um sujeito com fama de incorruptível e de irredutível. Com fama de cabeça dura. Ex-prefeito de Macapá e ex-governador do Amapá, primeiro governante amazônida realmente comprometido com a transparêmncia das contas públicas, sustentabilidade ambiental, primeiro governante amazônida realmente socialista. O seu PDSA: Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá, elaborado em 1995, era uma ação pública consistente, impactando na formação de cadeias produtivas ambientais e garantindo a preservação de 98% da paisagem natural do seu estado.
O que nem o senador e nem a platéia ali presentes sabiam é que Capí teria seu mandato, de fato, cassado. Sob a acusação, mentirosa e estapafúrdia, de comprar dois votos, por 32 reais e, ainda assim, pagos de duas vezes...
Nem ele e nem mais ninguém, ali presentes, poderiam imaginar que se seguiriam oito anos de degredo político, tal como um novo exílio, igual ao que o levou, durante a ditadura militar, a um périplo pela Bolívia, Chile, Canadá e Moçambique.
Quanto a mim, não poderia imaginar que as voltas que o mundo dá me colocariam, novamente, ao lado do senador, no exato e simbólico momento em que o TRE derrubou o pedido de rejeição de sua candidatura ao Senado Federal, demandada com base da lei da Ficha Limpa pelo fato de ter sido cassado em 2002 e, com esse gesto, criou as condições para a sua eleição e para o seu retorno à grande cena política.
Era uma noite de quarta-feira. Estávamos na sua casa, com computadores pessoais e telefones sempre em alerta. Éramos cinco pessoas: Capí, o advogado Bermerguy, sua filha Luciana Capiberibe, o marqueteiro Walter Júnior e eu. Eu estava ali com a missão de ajudar na construção da estratégia política de sua candidatura, bem como na de seu filho, Camilo Capiberibe, candidato ao governo do estado.
Os votos dos magistrados iam sendo pronunciados com a lentidão habitual e iam ecoando na Internet e pelos telefonemas. Com o terceiro voto favorável veio a confirmação da vitória. Capí comemorou contidamente o resultado. O mesmo gesto que vi repetir tantas vezes ao longo da campanha que, então, apenas começava: o fechamento do punho e uma ligeira vibração do antebraço e a mesma palavra que tantas vezes repetiu ao longo da campanha: Vencemos!
Com Capí não há lugar para verbos individualizados: “Vencemos!”, e nunca “venci”. Os telefonemas, então, começaram a se multiplicar. Todos os celulares e telefones fixos da casa começaram a soar, seguidamente. Muitos desejavam cumprimentar o senador pela vitória. Logo, em sobrecarga, todas as conexões à internet caíram. Um processo político novo iniciava no Amapá. Era como se o retorno de Capiberibe, temido por seus muitos adversários, sobrecarregasse as tensões presumíveis, os acordos feitos e as demais candidaturas colocadas.
A certo momento, a filha Luciana estendeu seu telefone para Capí: “É a Janete”. Capí atendeu a esposa, que acompanhava de Brasília a votação. Ao mesmo tempo, do lado de fora da casa, passava um carro buzinando como um louco. Possivelmente um anônimo, prestando sua homenagem ao senador. Nesse momento recordei do que me tinham dito, dias antes, quando cheguei ao Amapá para ajudar na campanha de Capí e na de Camilo Capiberibe, seu filho, para o governo: não precisa dar endereço, basta dizer ao motorista do táxi para levá-lo até a casa do Capí... O senador não perdia sua condição de mito.
Capí retirou-se por alguns minutos para tomar um banho, antes de seguirmos todos para a sede do PSB, para onde a militância começava a rumar. Muita gente, nas ruas, tomava o mesmo caminho. A certo momento Capí desligou seu telefone e permaneceu em silêncio. O olhar contemplando o futuro mais do que o presente. Um retorno, uma volta, um recomeço. Acabava ali seu segundo exílio.
Direto do Judiciário
Depois de ficar afastado da presidencia do TRE, por motivos pessoais (seu filho era candidato), reassumiu o cargo de presidente do TRE, o desembargador Luiz Carlos.
TUDO EM PAZ
Enfim a paz reina no Estado do Amapá.
Acabou a guerrinha entre jornalistas, politicos e simpatizantes de partidos polticos. Não se admire ao encontrar com Camilo e Lucas comendo peixe na casa do Barcellos ou do Gilvan.
Eu disse:
Tudo passa.
Acabou a guerrinha entre jornalistas, politicos e simpatizantes de partidos polticos. Não se admire ao encontrar com Camilo e Lucas comendo peixe na casa do Barcellos ou do Gilvan.
Eu disse:
Tudo passa.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
COISAS DE POLÍTICA
É impressionante a posição que algumas pessoas tomam durante o periodo politico e, mais tarde, quando é divulgado o resultado das eleições.
Ontem, por ocasião da vitória de Camilo Capiberibe, era tanta gente "puxando" pra cá e pra lá que parecia que o Papa havia chegado no Amapá. Figuras conhecidas por seus "modus operant", não perdiam um momento de estar ao lado do socialista.
Outro fato - com relação ao que escrevemos aqui no blog, sobre a posição desonesta de determinados jornais da capital, que forma tendenciosa e parcial, divulgavam números que beneficiavam Lucas e deixavam Camilo em desvantagem. Aliás, ficou comprovado que estes veiculos não tem credibilidade, após o resultado já publicado e sabido pela população.
Camilo, em entrevista, exclusiva, dada a este jornalusta na Rádio Amapá FM, logo após o resultado, disse que "serão abertas as caixas pretas do Governo e que virá a público nomes e sobrenomes dos que de forma irresponsável, saquearam o Estado". Estou esperando anciosamente a relação desses "cidadãos" que tiraram do povo amapaense o direito de viver bem e com qualidade de vida.
CREDIBILIDADE
A Rádio Amapá FM, mais uma vez provou que é possivel fazer um jornalismo imparcial, sério e honesto. Sem a necessidade de se vender por um contrato ou para receber ônus do Governo sem "sequer" comparecer ao trabalho. A emissora manteve sua linha editorial de dar publicidade ao fatos, sem distorcer a sua veracidade, sem partilhar de opiniões de grupos e, mantendo a seriedade e profissionalismo dos integrantes que fazem parte da emissora.
O resultado desse trabalho, foi coroado com a ida do Governador eleito ao estudio logo após o resultado oficial. Foi a única emissora em que Camilo esteve presente no dia da eleição.
OPINIÃO PESSOAL
O trabalho realizado pela equipe de jornalismo da Amapá FM, me deixa muito feliz e realizado com a profissão que exerço. Ao longo de 16 anos de jornalismo, sempre me pautei pela seriedade, transparência e imparcialidade. Precisava de um veículo que me desse suporte para desempenhar minhas atividades profissionais. Encontrei na Rede Amazônica este espaço.
É possivel, sim, ser jornalista honesto neste Estado.
Ontem, por ocasião da vitória de Camilo Capiberibe, era tanta gente "puxando" pra cá e pra lá que parecia que o Papa havia chegado no Amapá. Figuras conhecidas por seus "modus operant", não perdiam um momento de estar ao lado do socialista.
Outro fato - com relação ao que escrevemos aqui no blog, sobre a posição desonesta de determinados jornais da capital, que forma tendenciosa e parcial, divulgavam números que beneficiavam Lucas e deixavam Camilo em desvantagem. Aliás, ficou comprovado que estes veiculos não tem credibilidade, após o resultado já publicado e sabido pela população.
Camilo, em entrevista, exclusiva, dada a este jornalusta na Rádio Amapá FM, logo após o resultado, disse que "serão abertas as caixas pretas do Governo e que virá a público nomes e sobrenomes dos que de forma irresponsável, saquearam o Estado". Estou esperando anciosamente a relação desses "cidadãos" que tiraram do povo amapaense o direito de viver bem e com qualidade de vida.
CREDIBILIDADE
A Rádio Amapá FM, mais uma vez provou que é possivel fazer um jornalismo imparcial, sério e honesto. Sem a necessidade de se vender por um contrato ou para receber ônus do Governo sem "sequer" comparecer ao trabalho. A emissora manteve sua linha editorial de dar publicidade ao fatos, sem distorcer a sua veracidade, sem partilhar de opiniões de grupos e, mantendo a seriedade e profissionalismo dos integrantes que fazem parte da emissora.
O resultado desse trabalho, foi coroado com a ida do Governador eleito ao estudio logo após o resultado oficial. Foi a única emissora em que Camilo esteve presente no dia da eleição.
OPINIÃO PESSOAL
O trabalho realizado pela equipe de jornalismo da Amapá FM, me deixa muito feliz e realizado com a profissão que exerço. Ao longo de 16 anos de jornalismo, sempre me pautei pela seriedade, transparência e imparcialidade. Precisava de um veículo que me desse suporte para desempenhar minhas atividades profissionais. Encontrei na Rede Amazônica este espaço.
É possivel, sim, ser jornalista honesto neste Estado.
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