Dos 1.300 militares brasileiros que estarão sob o comando do coronel paraense Ajax Porto Pinheiro no Haiti, a partir do próximo dia 28, 250 terão como missão específica ajudar na reconstrução do País. Eles integram o grupamento de engenheiros militares da Minustah, a missão da Organização das Nações Unidas para a estabilização do Haiti. O tremor da última terça-feira, 12, destruiu pontes e bloqueou estradas de acesso a Porto Príncipe, a capital. Também foram danificadas as estruturas de comunicações, abastecimento de água e transmissão de energia para vários pontos da cidade. Entre as tarefas dos brasileiros, está a perfuração de poços artesianos nos bairros pobres da capital.O comandante das tropas brasileiras, que é natural de Bragança, no Pará, afirma que há mais de um ano o número de engenheiros militares que integram as tropas brasileiras no Haiti subiu de 100 para 250 homens. 'Estes soldados atuam na construção de pontes, abertura de estradas e ampliação da rede de energia. Agora o trabalho maior será de reconstrução da cidade, na desobstrução e reconstrução das estradas que foram destruídas pelo terremoto, e na perfuração de poços artesianos', afirmou o coronel Ajax, em entrevista por telefone concedida ontem ao jornal Amazônia, de Santarém. Os militares brasileiros também auxiliarão na construção de uma usina hidrelétrica
sábado, 16 de janeiro de 2010
Paraenses lideram missão de reconstrução no Haiti
Dos 1.300 militares brasileiros que estarão sob o comando do coronel paraense Ajax Porto Pinheiro no Haiti, a partir do próximo dia 28, 250 terão como missão específica ajudar na reconstrução do País. Eles integram o grupamento de engenheiros militares da Minustah, a missão da Organização das Nações Unidas para a estabilização do Haiti. O tremor da última terça-feira, 12, destruiu pontes e bloqueou estradas de acesso a Porto Príncipe, a capital. Também foram danificadas as estruturas de comunicações, abastecimento de água e transmissão de energia para vários pontos da cidade. Entre as tarefas dos brasileiros, está a perfuração de poços artesianos nos bairros pobres da capital.O comandante das tropas brasileiras, que é natural de Bragança, no Pará, afirma que há mais de um ano o número de engenheiros militares que integram as tropas brasileiras no Haiti subiu de 100 para 250 homens. 'Estes soldados atuam na construção de pontes, abertura de estradas e ampliação da rede de energia. Agora o trabalho maior será de reconstrução da cidade, na desobstrução e reconstrução das estradas que foram destruídas pelo terremoto, e na perfuração de poços artesianos', afirmou o coronel Ajax, em entrevista por telefone concedida ontem ao jornal Amazônia, de Santarém. Os militares brasileiros também auxiliarão na construção de uma usina hidrelétrica
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