Bruno
criticou o modelo de gestão adotado pelos últimos governantes que,
segundo ele, transformou o Amapá no Estado menos competitivo do Brasil
para se investir, conforme dados da pesquisa da publicação inglesa “The
Economist”.
“A
falta de regulação, de infraestrutura e a instabilidade política, são
fatores que contribuíram decisivamente para este atraso. A baixa
atividade econômica e a dependência dos repasses federais penalizou o
Estado e o povo do Amapá”, lamenta Bruno Mineiro.
Para
o candidato, “Nos últimos 20 anos, nas gestões Waldez e Capiberibes, o
Amapá andou de lado. Não se desenvolveu. Ficou para trás”. Ele defendeu
que é preciso promover uma revolução na economia do Estado, adotar um
modelo voltado para as demandas do século XXI, para que o Estado do
Amapá encontre e desenvolva suas vocações.
“Vamos
fazer diferente. Vamos extinguir o modelo errado aplicado pelas últimas
gestões, apresentando um projeto baseado em nossas vocações, com regras
claras, política tributária adequada, incentivos reais, investimentos
em infraestrutura e inovação, qualificação profissional principalmente
para nossos jovens e a desburocratização e qualificação da gestão
pública, garantindo assim um ambiente competitivo, dando condições para
nosso Estado se desenvolver com vigor e de forma sustentável” conclui
Bruno
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