
O seguro-defeso, recurso que é destinado para os pescadores na época da desova de algumas espécies de peixes, onde a pesca é proibida. Pode está sendo usada para outros fins, afirmam pescadores do arquipélago do Bailique.
Os trabalhadores dizem que em novembro do ano passado, a Secretaria de Aquicultura e Pesca do Amapá (SEAP), através do senhor chamado Wagner, pegou as carteiras de diversos pescadores, a fim de verificar a situação cadastral dos trabalhadores e posterior liberação do recurso. “O problema que até agora nem a carteira foi devolvida e nem o dinheiro do seguro-defeso nós não recebemos”, denuncia o pescador, Divaldo Vilhena.
No caso do pescador Pedro Sacramenta, a SEAP, cadastrou o trabalhador no ano de 2007, mas nunca entregou a carteira profissional. “Nós fomos várias vezes na secretaria, mas eles sempre usam a mesma desculpa e nunca o meu esposo recebe a carteira”, reclama a esposa de Sacramenta.
O atual presidente da Colônia de Pescadores do Bailique, Rubem Mota Rocha, disse está sendo alvo de perseguição política. “Temos denunciado essa situação de descaso com a nossa categoria, e é por isso, que cassaram a minha carteira de pescador mesmo eu sendo aposentado”, disse Ruben Rocha, que está recorrendo na justiça.
O atual presidente da Colônia de Pescadores do Bailique, Rubem Mota Rocha, disse está sendo alvo de perseguição política. “Temos denunciado essa situação de descaso com a nossa categoria, e é por isso, que cassaram a minha carteira de pescador mesmo eu sendo aposentado”, disse Ruben Rocha, que está recorrendo na justiça.
Na foto: Divaldo Vilhena, pescador do Bailique, que aguarda o pagamento do seguro-defeso
Nenhum comentário:
Postar um comentário